quinta-feira, 6 de abril de 2017

Bharata natyam

Bharata natyam é a dança clássica indiana mais antiga, surgiu a cerca de 5 mil anos nos templos hindus para levar conhecimento a todas as pessoas. Com o passar dos anos a técnica foi se desenvolvendo e "mudando" mas sem deixar sua base descrita e sistematizada no tratado Natya Shastra. O bailarino precisa de anos de práticas para aprender está técnica complexa, que usa batidas dos pés, movimentos das mãos, olhos e cabeças. As apresentações atuais ainda mantém as coreografias tradicionais de repertório mas também se faz novas criações.


quarta-feira, 5 de abril de 2017

Bollywood

        Bollywood é o nome comercial da indústria cinematográfica indiana. 
        O nome vem de Bombay, cidade que hoje se chama Mumbai, sede da indústria hindi de cinema e da palavra Hollywood.
        Lembrando que a Índia possui várias industrias cinematográficas, cada região produz seus filmes em suas línguas locais e o hindi é a língua oficial; por isto, dentre outros motivos, como mais recursos financeiros, que Bollywood se tornou a maior indústria de filmes do país e posteriormente do mundo!!
        A Índia é um país cheio de cores, com várias tradições e costumes e assim também acontece no cinema.
       Tudo começou com grande influência das danças clássicas e folclóricas indianas e posteriormente com a globalização, o cinema indiano começou a buscar as danças ocidentais também, o que tornou a dança cinematográfica um estilo com várias vertentes e sem uma técnica específica em si.
       


E como a dança e a música fazem parte da história do filme, é o contexto deste que determina o tipo de coreografia; se ela será com influência clássica, folclórica ou moderna, podendo ter fusão com o hip hop, jazz, ballet, dança de salão, contemporâneo, etc.

segunda-feira, 6 de março de 2017

Miriam Lamas Baiak

Miriam Lamas Baiak é especialista em Fisiologia do Exercício pela PUCPR e graduada em Dança - licenciatura e bacharelado pela FAP. Começou a dançar ballet clássico com 7 anos de idade; posteriormente se dedicando também ao contemporâneo, jazz e dança de salão; participando de grupos de dança e se apresentando em diversas cidades do Brasil e também no exterior.
Dança indiana começou em 2005, indo estudar na Índia em 2010, 2013 e 2015. Com seu próprio grupo, Natyakshithi, faz diversas apresentações em festivais, eventos, etc. Em 2014 foi convidada para se apresentar no show de gala do Indian Dance Weekend em Barcelona - Espanha. Em 2017 se apresentou na Embaixada da Índia em Lima - Peru, recebendo uma placa de reconhecimento a sua colaboração e apoio a difusão da cultura indiana.



Apresentação na Embaixada da Índia em Lima - Peru


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Aulas 2017


CECCONELLO ESCOLA DE DANÇA
Travessa Ferreira do Amaral, 20 loja 05
Água Verde
Fone: 3039 0610
Sexta
19h Bollywood
Sexta
20h Bharata natyam
NOSSO ESPAÇO
R. Barão do Rio Branco, 261
Centro
Fone: 3015 5024
Sábado (2x ao mês)
11:20h Bollywood
DANCE MOTIVE STUDIO
Av. Cedro, 433
Fone: 99699 0764
Fazenda Rio Grande
Segunda e quarta
18:00h Bollywood



terça-feira, 11 de outubro de 2016

terça-feira, 17 de maio de 2016

A arte de manter a tradição e a arte de transformar


                                                                                              Miriam Lamas Baiak

Toda nação possui tradições que a ajudaram a se afirmar e a se consolidar no mundo; que a princípio foram inventadas e então seguidas, formando assim diferentes civilizações, povos, tribos, sociedades ao redor do mundo e ao longo dos anos. O que se configura nestas tradições é nossa cultura, e desprezá-la pode ser perigoso, segundo Gasset (citado por Marcos Junior).
Para Levy-Strauss esta era de mundialização pede a preservação das diferenças culturais, ou pelo menos a conservação em memória viva destas; pois não é o conteúdo histórico destas culturas/tradições que é importante hoje, mas sim sua diversidade. Precisamos e necessitamos viver com a diversidade.
Vivemos em mundo onde em tudo se busca o novo, e que de certa forma, em muitos casos, vem para desprezar o antigo, sem dar valor ao de onde venho e de onde viemos. E o problema está em saber o que deve ser mantido e o que deve ser mudado, o que funciona nos dias de hoje e o que não funciona; em saber respeitar o passado que nos fez chegar a este presente. E em saber que a tradição pode ser um ponto de partida para que cada um crie seu caminho, mas antes de muda-la, precisa-se conhece-la por completo.
O novo pelo novo, muitas vezes não basta, é apenas um “velho” disfarçado de “novo”; sem raízes, sem fundamentos. Toda invenção precisa de uma base para se estabilizar. Tradicional e moderno devem ser integrados.
Assim, penso que na dança o mesmo deve ocorrer. Porque desprezar as danças tradicionais? Porque apenas o contemporâneo teria importância nos dias de hoje? Não estou afirmando que isto seja um quadro geral, mas já vi e já ouvi muito isto e sei que muitos outros também.
O ballet clássico mantém uma tradição de algumas centenas de anos, mas não é mais o mesmo, ele evoluiu, ele vive seu contexto histórico presente. Se têm dúvida é só ver as primeiras fotos e primeiros vídeos para perceber o quanto a técnica evoluiu; ver as primeiras coreografias montadas e as novas composições. O ballet clássico entende e mantém a tradição, mas também busca o novo, ele “não vive no passado ou é ultrapassado” como já ouvi falar. Este é apenas um exemplo entre tantos outros.

Enfim, na dança também é possível manter as tradições e também é possível fazer o novo, sem menosprezar aquilo que já existiu e aquilo que é diferente do que você faz. A arte de manter a tradição e a arte de transformar podem ser feitos simultaneamente, o importante é fazer com qualidade.

Inovação

Tradicional